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ALC Comunicación - El pasado jueves 9 de septiembre, desde la plataforma zoom se realizó el acto de apertura de Ikuméni, el primer laboratorio de prácticas ecuménicas e interreligiosas, a través del webinar “Servir a un mundo herido”, que fue moderado por Elena López Ruf, coordinadora del proyecto y Humberto Shikiya, vicepresidente de CREAS
 
Ikumeni es una iniciativa de CREAS que busca formar a jóvenes de comunidades religiosas y organizaciones basadas en fe en Colombia y Perú – en esta primera edición- , para que contribuyan de forma concreta, localizada y transformadora al desarrollo y la paz en sus comunidades. 
 
En el webinar participó Joy Eva Bohol - Secretaria Ejecutiva del Programa del Consejo Mundial de Iglesias para la Participación de la Juventud -, quien estuvo presente desde Suiza y se dirigió a la juventud participante haciendo un llamado a la acción: «La pandemia creó oportunidades para que las iglesias vivan consecuentemente su llamamiento profético. Es una época oportuna para despertarse y ser proactivos sobre las desigualdades e injusticias que nos rodean».
 
Desde Colombia participó la Reverenda Gloria Ulloa, presidenta del Consejo Mundial de Iglesias para América Latina y el Caribe, que se refirió a la situación actual de la juventud en latinoamérica “Cuando los cristianos y cristianas unimos esfuerzos desde el amor abrimos horizontes a nuevas posibilidades para nuestra juventud y nuestras iglesias para enfrentar en conjunto los desafíos del contexto actual».
 
Monseñor Jorge Eduardo Lozano, Secretario General del CELAM, envió un mensaje para el evento en que resaltó: «La fe no nos aísla de los problemas del mundo. Al contrario, hace que nos ocupemos de los demás, mirándolos no solo como otros, sino como hermanos, como aquellos con los que estamos llamados a compartir este mundo».
 
En el acto de apertura también participaron Monseñor José Luis Azuaje Ayala – Presidente de Cáritas para Latinoamérica y el Caribe -, Mauricio López - Director del Centro Pastoral de Acción Social y Redes del CELAM - y Álvaro Salazar – Secretario Ejecutivo de la Comisión Episcopal para Jóvenes y Laicos, Conferencia Episcopal Peruana-. 
 
Ikuméni empieza su recorrido este mes y continuará hasta el mes de diciembre. Durante septiembre Ikumeni ofrecerá otros webinars abiertos sobre buenas prácticas ecuménicas, para más información visitar: ikumeni.org
 

 
ALC Comunicación - El Comité Ejecutivo de la Federación Universal de Movimientos Estudiantiles Cristianos (FUMEC/WSCF) a nivel Global contrató a Dianet de la C. Martínez Valdés como nueva secretaria regional para FUMEC ALC, basados en la recomendación del comité de búsqueda de la región América Latina y el Caribe. Es la primera mujer en ocupar ese cargo.
 
Dianet de la C. Martínez Valdés, cubana, 32 años. Miembro del Movimiento Estudiantil Cristiano (MEC) de Cuba, desde el 2005 asumiendo diversos roles en la coordinación local, la formación de liderazgo y electa Presidenta del MEC de Cuba desde el 2012 hasta abril de 2021. Miembro del Comité Ejecutivo Mundial de la FUMEC durante los últimos 8 años y de la Comisión de Juventudes del Consejo Mundial de Iglesias desde la pasada Asamblea en Busan, Corea del Sur.
 
Licenciada en Teología del Seminario Evangélico de Teología de Matanzas, Cuba, y alumni del Instituto Ecuménico en Château de Bossey, Suiza.  Ordenada Presbítero Gobernante en la Iglesia Presbiteriana-Reformada en Cuba, donde ha desarrollado por años un importante ministerio con la música y la teología, promoviendo la renovación litúrgica a nivel local y sinodal. 
 
De Dianet destacan su inclinación por las teologías y las causas feministas; el trabajo con jóvenes en procesos de aprendizaje comunitarios, especialmente desde la lectura popular, contextual e intercultural de la Biblia.  El espacio eclesial y el ecuménico han sido para ella cuna y camino compartido en la lucha por la justicia y los derechos humanos. Fuerte compromiso con la transformación de las realidades hegemónicas y opresivas a partir de procesos de diálogo; la formación y empoderamiento de las juventudes y grupos vulnerados; la incidencia político-pública en alianza. 
 
Dianet culminó sus estudios universitarios en Lengua Inglesa con Segunda Lengua Francesa en la Universidad “Martha Abreu” de Las Villas, en Cuba y realizó estudios de enseñanza media en música. 
 
Dianet actuará como Secretaria Regional (entrante) entre los meses de Julio y agosto mientras dure el proceso de transición con el Secretario Regional (Saliente), actual Secretario General de la FUMEC Global, Marcelo D. Leites.
 
Desde la FUMEC y sus movimientos afiliados y asociados agradecemos a Dios por su acompañamiento en este proceso y damos la bienvenida a Dianet como primera mujer elegida Secretaria Regional en América Latina y el Caribe.

 
ALC Comunicación - Como organizações ecumênicas de cooperação internacional e local com ampla representação de organizações baseadas na fé, nos somamos aos inúmeros pedidos da comunidade internacional com o apelo urgente ao Estado e ao Governo colombiano para que cessem a espiral de violência que está afetando seriamente a população civil.
 
Pressionamos:
  • O repúdio firme ao uso desproporcional da força exercida por parte de alguns membros da Força Pública, e a necessidade de sua reforma para assegurar o papel do Estado e da Força Pública como fiadores constitucionais de direitos.
  • Assegurar a criação de espaços seguros e transparentes de diálogo e negociação com os diversos setores da sociedade, preferencialmente nos territórios e idealmente com a presença de observadores imparciais.
  • A urgência de cessar a perseguição e as acusações contra manifestantes pacíficos, especialmente a Minga Indígena e os jovens.
  • O dever do Estado, e especialmente dos órgãos de controle, é de investigar e processar os responsáveis ​​materiais e intelectuais pelos cidadãos e cidadãs feridas, desaparecidas e assassinadas durante as jornadas de mobilização em curso.
  • Implementar de maneira integral as obrigações assumidas no Acordo Final de Paz.
 
Somam-se a este pronunciamento:
 
Foro ACT Colombia y FESUR Foro Ecuménico ACT Suramericano
 
FORO ACT Argentina
 
FORO ACT Perú
 
FEACT Brasil, Forum Ecumênico ACT Brasil
 
WACC América Latina
 
Agencia Ecuménica y Caribeña de Comunicación – ALC Noticias

 

 
ALC Comunicación - Entrevista de Tatiane Duarte a Elineide Ferreira Oliveira, reverenda da Igreja Episcopal Anglicana do Brasil, coordenadora e assistente social da Casa Noeli dos Santos e presidente do Conselho da Mulher de Ariquemes, em Rondônia. Confira a íntegra a seguir (conteúdo publicado originalmente em ALC Notícias):
 
Tatiane: Na entrevista que fizemos em novembro de 2015, você colocou que o enfrentamento das violências domésticas era não apenas responsabilidade da sociedade, mas também “um trabalho da igreja”, por isso, “a igreja não poderia tapar os olhos e nem cruzar os braços”. Você poderia falar mais sobre a importância das igrejas especialmente através de ações concretas de enfrentamento das violências contra as mulheres?
 
A cada caso de mulheres que acolhemos [na Casa Noeli] vemos a interferência negativa que muitos líderes religiosos fazem, sem refletir o quão toxico é a violência de gênero. Muitos desses líderes com pensamento machista pedem para a mulher orar mais, esperar que é apenas mais uma provação, que ela deve relevar mais uma vez, pois homem é assim mesmo, que quem edifica o lar é a mulher.
 
Essas orientações que dão a conotação de que é cedendo sempre e sendo submissa não só ao seu companheiro agressor, mas ao machismo, alimenta uma ideia do casamento longo e duradouro, porém totalmente toxico e adoecido, sem companheirismo, parceria, amor, afeto e respeito. O que afeta não apenas a mulher mais toda família e quem por perto estiver. Ai que entra o x da questão: as lideranças religiosas representantes da Igreja de Deus ainda não perceberam que estarão cumprindo seu papel quando começar a capacitar seus líderes e ser uma Igreja que não encobre violência vestida de machismo, que sabe que as crenças religiosas não podem justificar casos de violências contra as mulheres e meninas, que deveriam saber como encaminhar aos órgãos competentes os casos e que seus líderes religiosos devem e têm a obrigação ética e moral, dentro dos princípios dos ensinamentos de Deus, de afirmar que o amor é não violência e que o Deus de Amor quer que o casal viva em nível igual, ombro a ombro, e que em lares onde é identificado a violência que seja orientado ambas as partes sobre seus direitos e quais punições devem arcar seja a nível eclesial ou judicial.
 
E por fim, as Igrejas precisam se capacitar e trabalhar o tema, pois a demanda bate a porto sempre para não dizer todos os dias, e o que tem sido feito até agora? Tem se jogado as violências contra as mulheres, inclusive as cristãs, para debaixo do tapete e as igrejas continuam a fingir que naquela comunidade esse tipo de coisa não acontece!
 
Tatiane: Agora, gostaria que você falasse brevemente sobre o surgimento da Casa Noeli, como ela se organiza, inclusive financeiramente, e se há algum convênio com o governo local.
 
A Casa Noeli surgiu de uma demanda do município de se ter um local seguro e acolhedor para as mulheres e seus filhos após denunciarem a violência sofrida em suas casas, por seus companheiros. Assim a Igreja Episcopal Anglicana do Brasil assumiu esse desfio e há 10 anos fundou esta casa de acolhimento a mulheres em situação de violência, que é uma instituição filantrópica que se mantém com recurso próprio, doações, parcerias nacionais e internacionais a através de convenio com a prefeitura. Esta semana no qual celebramos o 8 de março completamos 10 anos de existência, e comemoramos nossa credibilidade como serviço sério, relevante, necessário e referência para a cidade. Mas, um longo caminho ainda precisa ser trilhado e muitos direitos das mulheres precisam ainda ser garantidos, mas seguimos com nossa luta diária pela equidade de gênero e pelo fim da violência contra as mulheres.
 
Tatiane: E agora durante a pandemia do novo coronavírus? Como a casa funcionou? Acolheu muitas mulheres? Parou seu atendimento?
 
O número de mulheres acolhidas aumentou, tivemos que adotar de forma emergencial procedimento fora da nossa rotina: usar máscara todo o tempo, álcool em gel por todo ambiente, limpeza do ambiente com maior frequência com produtos de higiene devido a rotatividade de mulheres e crianças. Todo esse novo protocolo fez aumentar as nossas despesas e a tramitação dos casos tem levado mais tempo para resolver e encaminhar aos órgãos da rede de atendimento e enfrentamento. Além disso, tivemos muita procura de mulheres egressas do serviço por cestas básicas, orientação ao auxílio emergencial[1] e demais dúvidas em relação a pandemia. Apesar da situação financeira da Casa e do gerenciamento caótica da pandemia no Brasil, mantivemos o serviço em pleno funcionamento ininterruptamente.
 
Tatiane: No Encontro Ecumênico de Mulheres, organizado pelo CONIC em novembro de 2016, Glória Ulloa, presidente do Conselho para a América Latina e o Caribe do Conselho Mundial de Igrejas/CMI, foi categórica: “Toda violência contra a mulher é pecado”.  Diante de números alarmantes de violências e de feminicídios, qual a importância de um lugar seguro como a Casa Noeli para as mulheres? E quais os desafios às igrejas e à sociedade visto que nossas irmãs ainda não têm vida em abundância?
 
Se antes era necessário e imprescindível um serviço como o que fazemos, a pandemia tem demonstrado um aumento alarmante do número de feminicídios e das violências domésticas no Brasil[2]. Temos visto que a dificuldade de as mulheres buscarem e ter ajuda do Estado, elas ficam refém do seu agressor em sua própria casa.  E se quando essa mulher conseguir pedir ajuda, ela não tem para onde ir? ou se tem não é um lugar seguro? Devemos abrir os olhos como Igrejas e fazer nossa parte como cidadãos responsáveis e cristãos que se importam com a vida de todas as pessoas!
 
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Tatiane Duarte é doutora em Antropologia Social pela Universidade de Brasília, Brasil, feminista, militante, cientista e mãe do Dante. Pesquisadora das relações entre grupos religiosos cristãos, espaço público, política e Estado no Brasil com foco nos direitos das mulheres, fundamentalismos teológicos e religiosos e avanço conservador no Brasil.
 
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[1] Após muita pressão de movimentos sociais, o auxílio emergencial foi aprovado para garantir uma renda mínima aos brasileiros em situação mais vulnerável durante a pandemia do Covid-19 (novo coronavírus), já que muitas atividades econômicas foram gravemente afetadas pela crise. Especialmente, contemplando trabalhadores informais, que perderam empregos e que possuíssem renda familiar mensal total de até três salários-mínimos (3.135 reais) e aquelas que recebem o benefício Bolsa Família. Foi pago até dezembro de 2020 e no início de 2021, diante do aumento dos casos, internações e mortes, fruto da ineficácia do governo federal brasileiro na gestão da pandemia (compra e distribuição de vacinas, apoio a lockdown e as medidas sanitárias) bem como comprometimento com a vida das populações mais desfavoráveis através do auxílio emergencial e apoio financeiro aos setores econômicos mais atingidos, novamente tem sido objeto de barganha política.
 
[2] O ano de 2020 foi marcado pelo grande incremento do número de feminicídios e dos casos de violências domésticas e de gênero em todas as regiões do Brasil. Cenário desafiador para a execução de políticas voltadas para as mulheres, especialmente as de enfrentamento às violências domésticas, diante de um Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos que vem descentralizando a categoria de gênero e as mulheres como grupo de destinação de suas políticas das formulações de suas políticas e, quiçá, da agenda governamental do Estado brasileiro.
 

 
ALC Comunicación - Pensando em seus amplos públicos na região e no movimento permanente de ações na América Latina e no Caribe, a ALC Noticias agregou a seus serviços habituais o App ALC Noticias.
 
A ideia é melhorar a experiência do público para que este possa compartilhar informações mais facilmente com suas redes de trabalho, familiares e amigos. O App ALC Noticias também permitirá que você leia as notícias sem ter uma conexão com a internet, para facilitar leitura de onde você estiver.
 
Assim como no website ALC Noticias, o aplicativo possui três idiomas (espanhol, português e inglês) e, junto com isso, oferece temas “claros” e “escuros”.
 
 
Fonte: ALC Notícias
Imagem: Pixabay

 
ALC Comunicación/CREAS - La publicación de autoría de Humberto Shikiya, Vicepresidente de CREAS, surge del interés de diferentes iglesias metodistas de la región, por profundizar en la metodología y la teología de Mesas Redondas de Misión, como eje central de relaciones, mutualidad, reciprocidad y compañerismo en misión a nivel global.
 
“La comprensión teológica central para las mesas redondas, como una metodología para fortalecer la mutualidad en misión, deriva de un compromiso con la reciprocidad entre todos los socios en la misión. Mutualidad significa la búsqueda de relaciones orientadas por objetivos, de perspectiva estratégica, de compartir una visión de la misión de Dios y su reino entre todas las personas, y de la creación como un todo.” Expresa en la presentación de este libro, el Rev. Luis Cardoso de la Oficina Regional de Ministerios Globales para América Latina y el Caribe.
 
En la publicación se recogen experiencias y aprendizajes de la realización de 31 mesas redondas, desarrolladas en los útimos 15 años, hasta 2018, en Argentina, Bolivia, Chile, Colombia, Ecuador, Perú y Venezuela.
 
Se espera que este libro sea una herramienta teórica y práctica que permita generar conocimiento sobre la evolución de las mesas redondas de misión en América del Sur y que contribuya al fortalecemiento de las relaciones de cooperación misionera entre las entidades compañeras en misión y las iglesias metodistas en América Latina y Caribe a través de la metodología de mesa redonda.
 
Esta iniciativa de investigación ha sido auspiciada por Ministerios Globales, Connexio, Iglesia Metodista Britanica y la Iglesia Unida de Canadá.
 
Podrás descargar el libro en español e inglés aquí.
 

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